Por Prof Recchia
Uma análise histórico-crítica da fundação da ITF e do projeto civilizatório de Choi Hong Hi

Para compreender o que aconteceu em 22 de março de 1966, é preciso primeiro entender o que era a Coreia do Sul nos anos que o antecederam. A guerra de 1950 a 1953 não foi apenas um conflito armado, foi uma ruptura civilizatória. Estima-se que mais de dois milhões de civis perderam a vida. Cidades inteiras foram reduzidas a escombros. A península, já dividida desde 1945 pela lógica da Guerra Fria entre as esferas de influência soviética e norte-americana, agora carregava sobre si o peso de um armistício que não era paz, era silêncio forçado entre irmãos transformados em inimigos.

A Coreia do Sul que emerge desse cenário tem uma tarefa extraordinária: construir identidade nacional em meio à ruína. E aqui está o ponto que poucos conectam ao taekwondo a arte marcial não foi criada na ausência de um dojang. Ela foi, em grande medida, um projeto de Estado. Esse entendimento é crucial para compreender os movimentos que se tem nos dias atuais em relação a arte marcial.

A criação de uma arte marcial nacional que representasse a identidade cultural coreana e fomentasse a unidade nacional no pós-guerra foi um movimento deliberado. O presidente sul-coreano Syngman Rhee, reconhecendo o potencial de uma arte marcial nacional para promover o orgulho e o reconhecimento internacional, incentivou ativamente a padronização de técnicas e métodos de treinamento.

Não se tratava apenas de cultura. Era geopolítica. Ao promover o Taekwondo como uma arte marcial exclusivamente coreana, o governo buscava fortalecer a unidade nacional e projetar uma imagem de força e resiliência no cenário internacional.

As Raízes do Problema: O Caos dos Kwans

Antes de existir o taekwondo como entidade unificada, havia os kwans. Escolas de artes marciais que proliferaram na Coreia logo após o fim da ocupação japonesa, em 1945. Começando em 1944, na verdade e pouco após o fim da ocupação, novas escolas marciais chamadas kwans foram abertas em Seul, fundadas por marcialistas coreanos que haviam estudado principalmente em Okinawa e na China durante o período colonial.

Cada kwan trazia sua própria linhagem, técnica e filosofia. Os primeiros praticantes de taekwondo, os fundadores dos nove kwans originais, que conseguiram estudar no Japão foram expostos a artes marciais japonesas, incluindo o Karatê, o Judô e o Kendo, enquanto outros tiveram contato com as artes marciais da China e da Manchúria.

A questão da origem das técnicas nunca deixou de ser politicamente carregada. As discussões sobre as influências históricas do Taekwondo foram controversas, com duas principais correntes de pensamento: o tradicionalismo e o revisionismo. O revisionismo, teoria predominante, argumenta que o taekwondo tem suas raízes no Karatê. Em anos posteriores, o governo coreano passou a apoiar as visões tradicionalistas como forma de separar o taekwondo de sua ligação com o Japão e dar à Coreia um “passado cultural legítimo”.

Essa tensão entre a necessidade de afirmar uma identidade coreana e a realidade de uma técnica fortemente influenciada pelo período de ocupação é o fio condutor de toda a história que se segue.

Uma tentativa inicial de harmonizar os diferentes estilos praticados nos kwans ocorreu em julho de 1946, quando vários mestres acordaram em padronizar os métodos de ensino de suas respectivas escolas. O início da Guerra da Coreia interrompeu esse processo, levando à dispersão de muitos mestres por diferentes regiões do país.

Choi Hong Hi: O Homem Antes do General

Não é possível compreender a ITF sem compreender Choi Hong Hi como pessoa, não apenas como símbolo.

Choi Hong Hi nasceu em 9 de novembro de 1918 numa região que hoje pertence à Coreia do Norte. Uma criança adoentada mas determinada, foi expulso da escola aos 12 anos por liderar um protesto contra os japoneses que ocupavam o país. Seu pai então o persuadiu a estudar caligrafia e caracteres chineses. O professor de caligrafia de Choi, Mestre Han Il Dong, era também um mestre do Taek Kyon, a antiga arte marcial coreana de combate com os pés, que Han Il Dong havia praticado em segredo durante toda a ocupação japonesa. Notando o físico frágil de Choi, decidiu ensiná-lo também.

Há aqui uma ironia histórica que raramente se menciona: o fundador do taekwondo aprendeu as bases da arte coreana de forma clandestina, sob uma ocupação que proibia exatamente isso. A vulnerabilidade física de Choi não foi um obstáculo à sua trajetória marcial, na verdade, foi o ponto de partida.

Em 1937, ele viajou ao Japão para continuar seus estudos. Junto com seus estudos acadêmicos, começou a aprender Karatê. Após dois anos de treinamento intenso, obteve sua faixa preta 1º Dan, e ao se formar na Universidade de Tóquio havia alcançado o 2º Dan. Esse fato é muito questionado, pois não há registros dessa graduação, embora o cruzamento de possibilidades reforce a teoria de que, sim, Choi poderia ter treinado diretamente com Gingi Funakoshi, criador do estilo Shotokan.

O que Choi fez a seguir foi o que define sua figura histórica: tomou as técnicas aprendidas sob o jugo colonial e as ressignificou como expressão de soberania cultural. Isso não é um detalhe menor, é o núcleo de toda sua obra.

O taekwondo foi concebido, estudado e concluído pelo General Choi Hong Hi da Coreia. Como a Coreia esteve sob ocupação colonial japonesa por mais de 36 anos, Choi foi obrigado a praticar o Karatê japonês. Com a libertação coreana em 1945, em 1946 ele tomou a decisão de criar uma arte marcial coreana que superasse todas as demais em aspectos tanto espirituais quanto técnicos, para demonstrar o espírito e a sabedoria da nação coreana ao mundo. Um apelo ufanista sobre uma cicatriz profunda em toda a península.

Da Tropa ao Tatame: A Militarização de uma Arte

A trajetória de Choi no exército é inseparável da história do taekwondo. A bem da verdade, a história militar e dos militares da Coreia é profundamente relacionada com a arte marcial. Com o início da Guerra da Coreia em 1950, Choi retornou apressadamente à Coreia, onde recebeu ordens de estabelecer uma academia de formação de oficiais. Em 1952, foi nomeado chefe de estado-maior do Primeiro Corpo e logo se viu, segundo anotações do próprio, fazendo um briefing para o General Douglas MacArthur, comandante supremo das forças da ONU, sobre a situação na linha de frente.

É nesse contexto que o taekwondo ganha sua dimensão institucional. Um produto que se difundiu rapidamente sob a presidência do General Choi e por meio de seus alunos; foi introduzido na maior academia militar do mundo e tornou-se disciplina obrigatória para todas as forças armadas e para a polícia da Coreia do Sul. Inclusive isso permanece até hoje. Quando este escriba por lá esteve, checou com militares sul-coreanos se existia treinamento de artes marciais. E, sim, a resposta foi de que o taekwondo faz parte do programa de adaptação de novos recrutas e também para os já praticantes na vida civil, existem meios de continuação, aperfeiçoamento e docência. Tudo dentro das unidades militares.

Em 1952, ocorre um episódio que merece atenção especial. O presidente sul-coreano Syngman Rhee assistiu a uma demonstração de artes marciais realizada pelos oficiais do exército sul-coreano Choi Hong Hi e Nam Tae Hi, da 29ª Divisão de Infantaria. Ele identificou equivocadamente a técnica demonstrada como Taekkyon e pediu que as artes marciais fossem introduzidas no exército sob um único sistema.

Esse episódio, um equívoco presidencial que teve consequências históricas, ilustra como a consolidação do taekwondo estava profundamente imbricada com decisões de Estado, não com escolhas puramente técnicas ou filosóficas.

No outono e inverno de 1954, o General Choi utilizou seu conhecimento avançado de caracteres chineses, adquirido durante seus anos de estudo de caligrafia, para conceber e nomear a nova arte. O nome tae-kwon-do refletia a ênfase crescente no uso das pernas para chutes. Choi orientou seus instrutores a fazer com que os soldados gritassem “TAE KWON” ao saudar, para ajudar a consolidar o uso do novo nome. Essa tradição é mantida por milhões de estudantes até hoje.

Em 11 de abril de 1955, o nome foi oficialmente adotado. Após onze anos da decisão de criar a arte, em 22 de março de 1966 o General Choi fundou a International Taekwon-Do Federation.

A Diplomacia do Chute: 1965 e a Missão de Boa Vontade

Para entender o que aconteceu em 1966, é preciso recuar ao ano anterior. Em 1965, Choi Hong Hi liderou uma missão diplomática de boa vontade patrocinada pelo governo da República da Coreia. O itinerário incluiu Alemanha Ocidental, Itália, Turquia, Malásia e Singapura.

Nesse mesmo ano, Choi publicou o primeiro livro sobre taekwondo em língua inglesa, uma obra que distribuiu durante a turnê e que ajudou a consolidar o taekwondo como arte marcial coreana de autodefesa, além de atrair outros marcialistas para adotar o sistema. Importante lembrar que este método seria replicado anos a fio por Choi. Escrever, excursionar e angariar seguidores. Isso explica o rápido crescimento da arte marcial fora das Coreias. O livro foi o instrumento diplomático que precedeu a federação.

Em 1962, devido a questões políticas na Coreia, Choi foi designado para o cargo de embaixador na Malásia. Aqui precisamos fazer mais uma parada técnica para entender o ambiente político. Após o golpe militar de 16 de maio de 1961 na Coreia do Sul, liderado por Park Chung-hee, o General Choi Hong Hi, que era uma figura de forte influência e personalidade difícil, encontrou-se em rota de colisão política com o novo regime. Para “afastá-lo” do centro do poder em Seul sem causar um incidente direto com um oficial de sua patente, (Choi era o que se chama de Major-General, de duas estrelas e Park tinha apenas uma), o governo o nomeou como o primeiro Embaixador da Coreia na Malásia.

A escolha dos países da missão de 1965 não era aleatória. Eram nações estratégicas dentro do contexto da Guerra Fria, aliados ocidentais e países em desenvolvimento que a Coreia do Sul queria vincular a sua órbita cultural e diplomática. A arte marcial era o veículo. O objetivo real era geopolítico.

Embora tenha sido uma manobra para removê-lo da política interna, Choi utilizou o posto de embaixador de forma magistral para a arte marcial.

22 de Março de 1966: O Que Realmente Aconteceu em Seul

Choi Hong Hi fundou a International Taekwondo Federation em 22 de março de 1966, reunindo nove associações de taekwondo: Vietnã, Malásia, Singapura, Alemanha Ocidental, Estados Unidos, Turquia, Itália, República Árabe do Egito e Coreia do Sul.

Com a fundação da ITF em Seul, a responsabilidade pelo desenvolvimento e difusão do taekwondo, dito, original passou para a ITF sob a presidência do General Choi. Foi a primeira vez que a Coreia sediou qualquer organização internacional, um marco que vai muito além do universo das artes marciais.

Este ponto merece ser sublinhado: a ITF não foi apenas a primeira federação internacional de taekwondo. Foi a primeira organização internacional de qualquer natureza a ter sede em solo coreano. Isso, no contexto de um país que acabara de sair de uma guerra devastadora e de décadas de ocupação colonial, tem um peso simbólico imenso.

O processo de globalização do taekwondo teve início no rescaldo da Guerra da Coreia, como resultado da diáspora coreana, quando vários instrutores de artes marciais emigraram para os Estados Unidos. Além disso, membros do exército sul-coreano e norte-americano foram amplamente responsáveis pela difusão inicial da arte, ao fundarem alguns dos primeiros clubes de artes marciais coreanas nos Estados Unidos e em outros países.

O Exílio e o Cisma com Seul: 1972 e a Ruptura Definitiva

O projeto de Choi Hong Hi entrou em colisão frontal com o projeto do ditador Park Chung-hee. A tensão era de ordem político-ideológica: Choi queria levar o taekwondo à Coreia do Norte como parte de uma visão de reunificação da península. Para o regime de Park, isso era inaceitável e equivalia a legitimar o governo comunista do Norte. Em tempo, foi também o motivo do rompimento de Choi e Haeng Ung Lee, mas isso é assunto para outro

“Minha maior esperança é que o taekwondo possa ser usado como um instrumento para a reunificação da minha pátria natal” Choi Hong Hi, em sua autobiografia de 1987.

Em 1972, Choi foi para o exílio no Canadá após o governo sul-coreano recusar-se a permitir que sua organização ensinasse taekwondo na Coreia do Norte. Eis que o governo coreano percebeu um vácuo. Se a ITF não estava mais com os sul-coreanos, no Ocidente, Haeng Ung Lee ensinava um misto de Tang Soo Do e taekwondo na recém criada Associação Americana de Taekwondo (ATA), o prdouto patrimônio da Coreia do Sul não exisitam institucionalmente no país berço. A KTA, Associação Coreana de Taekwondo tinha pouca ou nenhuma influência. Então, o governo da Coreia do Sul formou a World Taekwondo Federation e o Kukkiwon, em 1973.

O Kukkiwon não é apenas um prédio em Seul; ele foi fundado, na verdadem, em 1972 para ser o QG Mundial do Taekwondo. No contexto da época, o governo sul-coreano precisava centralizar as diversas escolas (Kwans) que existiam de forma fragmentada.

Diferente da ITF (que nasceu com uma estrutura de federação internacional desde o início), o Kukkiwon nasceu como o órgão certificador oficial do Estado, responsável por padronizar o currículo técnico, os Poomsaes e a emissão de faixas pretas (Dan) através da World Taekwondo (WT).

A ITF transferiu sua sede para Toronto, no Canadá. Essa nova localização oferecia a Choi uma posição geograficamente privilegiada, a meio caminho entre a Ásia e a Europa, além de estar ao norte das Américas do Sul e Central, estrategicamente vantajosa para continuar a internacionalização do taekwondo como arte marcial global.

Em 1985, uma nova mudança: Choi relocalizou a sede da ITF para Viena, na Áustria. Viena está situada no centro da Europa, e a Áustria mantém uma longa postura de neutralidade política, permitindo acesso igualitário. Isso era especialmente importante durante a Guerra Fria e os dias da Cortina de Ferro, com a divisão política global resultante das ideologias em conflito. Mais um gesto claro de como a política sempre fez parte da arte marcial coreana.

A Morte do Fundador e a Fragmentação: Um Legado em Disputa

O General Choi Hong Hi faleceu de câncer em 15 de junho de 2002, em Pyongyang, Coreia do Norte. Ele morreu na cidade que o regime sul-coreano considerava território inimigo, o que diz muito sobre a trajetória de um homem que nunca deixou de enxergar a arte marcial como instrumento de aproximação entre os dois lados de uma nação dividida.

O que se seguiu à sua morte é um dos capítulos mais instrutivos, e menos discutidos, da história do taekwondo.

Concorrente com o serviço memorial, a Coreia do Norte convocou seu próprio “congresso” para selecionar um novo presidente da ITF. Indicaram Chang Ung, um oficial do governo norte-coreano. A forma de sua nomeação foi amplamente vista como inaceitável por parte da ITF.

O resultado foi uma fragmentação sem precedentes. Isso resultou em três organizações ITF separadas: ITF–Viena, com sede em Viena, Áustria, atualmente liderada por Ri Yong Son; e ITF–Weiler, liderada sucessivamente por Trần Triệu Quân, Pablo Trajtenberg, e atualmente por Paul Weiler.

Hoje existem ao menos quatro facções que reivindicam o nome e o legado da ITF: Viena, Áustria, Grão-Mestre Ri Yong-Son como presidente;
Lausanne, Suíça, Grão-Mestre Paul Weiler como presidente;
Harlington, Reino Unido, Grão-Mestre Choi Jung-Hwa, filho do General Choi, como presidente;
Sejong City, República da Coreia, Grão-Mestre Oh Chang-Jin como presidente.

Há ainda uma disputa jurídica pela propriedade intelectual do próprio nome. A corte austríaca determinou a continuidade legal e histórica da ITF com sede em Viena, declarando que esta é a única federação legítima. O nome “International Taekwondo Federation”, o logotipo da ITF, os emblemas, os acrônimos e a Enciclopédia são propriedade intelectual da federação que detém a continuidade legal.

Mais recentemente, em 2024 e 2025, a política interna da ITF-Viena, de forte influência norte-coreana, chegou ao ponto de propor a alteração do nome do padrão tongil (unificação) para “Chang Hon”, o nome de caneta do General Choi, como forma de distanciar a organização da retórica de reunificação com a Coreia do Sul que não mais se alinha com a política de Kim Jong Un. Um detalhe que revela, com clareza brutal, como as artes marciais nunca deixaram de ser um campo de disputa geopolítica.

Vamos ao momento professor. No Taekwon-Do ITF, os praticantes aprendem 24 sequências de movimentos chamadas tuls (padrões ou formas). O último desses padrões, o Tong-Il, representa a reunificação da Coreia. Inclui técnicas complexas e dinâmicas que simbolizam unidade e força.

Não é por acaso que o padrão mais avançado carrega esse nome. O maior sonho do General Choi era a reunificação de seu país. Chang Hon era o nome de caneta, ou seja, o pseudônimo literário do próprio General. Os 24 padrões oficiais da ITF formam o que é chamado de sistema “Chang Hon”, em homenagem ao fundador.

O Que Fica

Pouco antes de sua morte em Pyongyang, o General Choi pôde anunciar:

“Sou o homem com mais seguidores no mundo.”

Seja como for, o impacto do taekwondo, com 50 milhões de praticantes após 50 anos de existência, é inegável.

Mas o verdadeiro legado de Choi Hong Hi não é numérico. É conceitual. Ele demonstrou que uma arte marcial pode ser um instrumento de diplomacia, de construção de identidade nacional, de resistência cultural, e que os mesmos mecanismos que a fazem crescer também a tornam vulnerável às mesmas forças políticas que ela busca superar.

O esporte olímpico usa visivelmente menos golpes de mão do que a forma ITF, que os praticantes insistem ser mais fiel à visão original de Choi.

“Somos puramente uma arte marcial, enquanto aquele outro é mais um esporte”, disse um representante do ITF da Inglaterra.

Essa divisão, arte marcial versus esporte, ITF versus World Taekwondo, Pyongyang versus Seul, não é uma curiosidade administrativa. É o reflexo de uma tensão que existe desde o primeiro dia: quem tem o direito de definir o que é o taekwondo, e a serviço de quê ele deve estar?

Treinar sem fazer essa pergunta é apenas exercício físico com uniforme.

One thought on “22 de Março de 1966: O Dia em que o Taekwondo se Tornou Mundo”
  1. Excelente texto, e muito elucidativo.
    Uma parte da história do Taekwondo não muito conhecida, a “pincelada” da ATA me interessou muito também, e fiquei muito curioso em relação ao resto da história.
    Ficarei no aguardo de novos posts. Parabéns !

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